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  • Mediação parental

    / / Comportamento Online / Por julianacunha / 11 anos 1 mês atrás

    A Internet é livre e aberta a qualquer pessoa para que ela possa postar e criar conteúdos que, às vezes, são inadequados para crianças e adolescentes. Com isso, entende-se a preocupação dos pais sobre o que é visto pelos filhos na web. É realmente importante estar atento aos conteúdos acessados por eles e com quem se comunicam na rede. Algumas vezes, os pais avaliam a possibilidade de instalar alguns programas que possam controlar o acesso de a algo impróprio. Porém, estes serviços de monitoramento podem não ser a melhor medida de controle, uma vez que isso pode enfraquecer o laço de confiança que existe com os filhos.

    Considerando esse aspecto, a orientação para boas escolhas na rede entra como prioridade em relação ao uso de tecnologias que restringem acesso na web, mesmo que esses sistemas também sejam adotados. Construir uma relação de diálogo, onde se possa conversar abertamente sobre diferentes temas, em especial aos que se referem à sexualidade e à privacidade é essencial.

    O mais recomendado é que a criança ou o adolescente possa ser escutado sobre a exposição que ela/ele faz de si na rede, que tipo de contatos realiza, com quem conversa, que conteúdos acessa e que sentimentos demonstra nessa relação com a vida virtual. É preciso ter habilidade para falar sobre assuntos que envolvem sentimentos de vergonha ou talvez coisas que, para eles, ainda estejam confusas. Construir um vínculo de confiança é a chave para proteger os filhos de alguns perigos, existentes também nos ambientes digitais.

  • Ensinar segurança e privacidade na Internet para os alunos

    Senhas / Comunicação / Segurança Digital / Por admin / 8 anos 5 meses atrás

  • Uso Excessivo

    / / Comportamento Online / Por julianacunha / 11 anos 1 mês atrás
    Para identificar o uso excessivo é importante considerar não apenas o tempo de uso da Internet, mas especialmente a qualidade desse uso. Aqui você encontra orientações de como lidar com esse hábito nocivo que pode prejudicar a criança ou o adolescente em diversos aspectos de sua vida.

    O uso da Internet por tempo prolongado preocupa pais e educadores. Definir se esse uso prolongado se tornou excessivo não é fácil. Para identificar o uso excessivo é importante considerar não apenas o tempo de uso da Internet, mas especialmente a qualidade desse uso. O uso excessivo da Internet se caracteriza por, além de um uso prolongado, uma ausência de controle. A criança e o adolescente não consegue parar a utilização da ferramenta e, principalmente, realizando uma atividade repetitiva e pouco criativa.

    Como saber se o uso da Internet e dispositivos móveis se tornou excessivo ou exagerado?

    A participação dos adultos é muito importante. É preciso que eles estejam atentos aos sinais de prejuízo provocados pelo uso excessivo:

    A escola pode ser a primeira a notar alguns destes sinais. Seu papel é importante na medida em que pode orientar os pais a estabelecerem horários e limites para o uso da Internet de acordo com a idade e o desenvolvimento da criança. Caso perceba que a situação se agrava, é importante procurar ajuda de um profissional especializado para acompanhar e avaliar até que ponto tem sido prejudicial o uso da Internet e o que pode estar por trás deste comportamento.

    Seja assistindo TV, navegando na Internet ou jogando games, é importante a mediação dos adultos na prática dessas atividades. Todas elas são meios lúdicos que dão muito prazer, entretanto seu uso não deve impedir a busca por outras formas de diversão. Além de representar um espaço onde se oferece outras atividades, também lúdicas e prazerosas, a escola pode sugerir usos mais criativos da Internet, como jogos e aplicativos educativos, e-books e a visita orientada a portais educacionais e culturais.

  • SaferNet alerta pais e educadores sobre os riscos do app SimSimi

    / / Comportamento Online / Por rodrigonejm / 7 anos 10 meses atrás

    A SaferNet Brasil tem recebido várias denúncias relatando diálogos impróprios para crianças e incitação ao crime pelo aplicativo SimSimi, criado em 2002 pela empresa coreana ISMaker e que começou a se popularizar no Brasil em 2014.

    O funcionamento do app é baseado em Inteligência Artificial (IA), e as respostas são geradas automaticamente por um algoritmo que “aprende” com base nas interações com usuários em cada país/idioma.

    A SaferNet Brasil testou a versão em português do aplicativo, destinada ao público brasileiro, e constatou falhas graves no funcionamento do algoritmo de Inteligência Artificial (IA) e na implementação das políticas de conteúdo divulgada pelos desenvolvedores do app em seu blog oficial.

    De acordo com os termos de uso* do app, usuários maiores de 13 anos são proibidos de ensinar ou publicar “bad words” (palavras ruins) ao SimSimi. Dentre estas proibições, destaca-se:

    1) Conteúdo que descreve atos sexuais explícitos;
    2) Conteúdo que retrata ou incentiva violência excessiva ou outra conduta perigosa;
    3) Conteúdo que inclui ou incentiva ameaças, assédio ou intimidação;
    4) Conteúdo que inclui ou incentiva o abuso sexual de crianças.

    Entretanto, em menos de 5 minutos de interação com a equipe da SaferNet Brasil, o algoritmo de inteligência artificial do SimSimi espontaneamente violou as próprias políticas de conteúdo que deveria implementar, e explicitamente veiculou mensagens com incentivo ao abuso sexual de crianças.

    Esses resultados evidenciam que os desenvolvedores do app perderam o controle sobre o comportamento do algoritmo de Inteligência Artificial, que tem funcionado a partir de parâmetros contraditórios às políticas e termos de uso do app, tornando-se nocivo sobretudo para usuários vulneráveis e em situações de sofrimento psicológico.

    O aplicativo tem se disseminado rapidamente nas escolas brasileiras, preocupando pais e educadores. A SaferNet Brasil tentou, sem sucesso, entrar em contato com os desenvolvedores do aplicativo para reportar os problemas encontrados e pedir providências imediatas.

    Enquanto o problema não for definitivamente resolvido, recomendamos aos pais e educadores que conversem com as crianças e adolescentes e desinstalem o aplicativo SimSimi dos tablets e smartphones.

    Este episódio é mais uma oportunidade para estabelecer uma rotina familiar de acompanhamento do uso que as crianças fazem das tecnologias digitais. Dentre as orientações da SaferNet para pais, destacamos a importância de:

    1. Estabelecer limites de tempo e negociar o tipo de acesso dos seus filhos aos conteúdos online, desde os primeiros cliques. Distribua o uso das telas digitais entre outras atividades de lazer e atividades sem tecnologias;

    2. Selecionar previamente jogos, aplicativos e portais apropriados para as crianças e, sempre que possível, negociar os acessos a novos conteúdos de acordo com a idade mínima estabelecida. Uma forma simples e fácil de gerenciar os aplicativos que seu filho pode usar e ficar de olho no tempo que ele passa na tela é instalar o app Family Link, disponível para plataformas Android. Veja como funciona: https://families.google.com/intl/pt-BR/familylink/

    3. Sempre colocar-se disponível para ajudar a criança se ela se sentir incomodada com algo online. Mais importante do que dominar tecnicamente os aparelhos e apps, é preciso acolher sem julgamento para que as crianças não escondam situações de risco;

    4. Saber que simplesmente proibir o uso não educa e nem previne, mas educar protege.

    A SaferNet Brasil oferece gratuitamente orientações para pais, crianças e adolescentes que estejam com dúvidas ou passando por situações de violência. Basta acessar: http://www.canaldeajuda.org.br

    Materiais para educadores debaterem o tema na sala de aula estão disponíveis gratuitamente e podem ser baixados através do link: goo.gl/eL7ANv

     

  • Proteção contra phishing e golpes

    Compras Online / Comunicação / Segurança Digital / Por admin / 8 anos 5 meses atrás

  • A conexão, a interatividade e o surgimento de novos comportamentos

    / / Comportamento Online / Por julianacunha / 11 anos 1 mês atrás

    A conexão e interatividade por meio da tecnologia propiciou o aparecimento de novos comportamentos. A vida online nos permite novas formas de interação que, muitas vezes, coloca a integridade – física e moral – em um jogo perigoso. A segurança na web está, portanto, vinculada ao comportamento que temos na rede. 

    Regras de comportamento são necessárias em qualquer tipo de convívio social. E na internet, isso não é diferente. Valores e limites precisam ser conversados em família. A supervisão da navegação de crianças e adolescentes deve ser considerada, não como uma imposição ou mera restrição, mas com orientação sobre as melhores escolhas para a interação na internet.

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