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  • Cidadania Digital com tempero de esperança na zona leste de SP

    / / Comportamento Online / Por marcelo / 1 ano 8 meses atrás

    Saiba um pouco mais sobre como é uma atividade do Cidadão Digital, da SaferNet

    Era para ser uma atividade de 50 minutos do programa Cidadão Digital, da SaferNet e da Meta, sobre uso ético, seguro e responsável da internet, no Centro para Crianças e Adolescentes (CCA) Sítio da Casa Pintada, na região de São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, mas o conteúdo apresentado pela embaixadora Julia Fernandes, de 18 anos, proporcionou também alguns minutos de sonho para cerca de 80 crianças e adolescentes que frequentam o local no contraturno da escola.

    Os CCAs atendem crianças e adolescentes dos 6 anos aos 14 anos e 11 meses e são mantidos pela Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social. O do Sítio da Casa Pintada recebe 180 crianças, 90 em cada turno. “Muitas delas são crianças em situação de vulnerabilidade e algumas vêm com indicação de serviços de saúde mental, vara da infância, etc”, explica a gerente de serviço da unidade, Tayanne Araújo de Melo, da Moca, organização da sociedade civil que administra esse CCA.

    O Cidadão Digital foi convidado para realizar uma atividade no CCA Sítio da Casa Pintada pela psicóloga Rosimeire Rossi Ramos, no âmbito do projeto Assistência Social Q-Previne. Um dos objetivos dos CCA é justamente fortalecer vínculos entre as crianças e adolescentes e melhorar a convivência deles com a família e outros jovens.

    “A frequência no CCA é uma escolha da família e muitos pais nos procuram justamente para tirar as crianças, no tempo ocioso do contraturno, das ruas ou justamente das telas. Muitos são tímidos e se expressam mal e com o tempo observamos melhoras”, explica Tayanne.

    O tempo de uso de telas foi justamente um dos temas abordados por Julia nas quatro atividades realizadas no CCA. Uma delas para crianças de 6 a 8 anos e três delas para adolescentes de 12 a 14 anos. As quatro atividades beneficiaram cerca de 80 frequentadores da unidade.

    Na primeira turma da tarde, o debate sobre o uso excessivo de celular foi intenso e um adolescente contou que pega o celular depois que a mãe dorme e outros admitiram que não desligam mesmo depois de usar o aparelho, pois ficam pensando nas consequências de seus atos online.

    Alguns jovens citaram que a família utiliza aplicativos de controle do tempo de uso do celular e outros admitiram soluções bem mais simples. “Se deu 10 horas e não estamos na cama, a mãe desliga a internet”, contou um aluno.

    Quando o assunto foi cyberbullying, oito dos alunos disseram que já testemunharam bullying e dois admitiram que já pegaram pesado com amigos, mas que pediram desculpas. Na outra turma, dos 19 alunos, 14 admitiram já ter feito bullying.

    O grupo também recebeu informações sobre como denunciar crimes na internet, como ajudar pessoas vivendo perigos na rede e a como registrar provas de assédio e outros crimes contra a intimidade.

    Júlia também contou um pouco de sua experiência nas redes e seu trabalho no projeto Imprensa Jovem, que a levou a escolher uma futura carreira no jornalismo (ela conclui o ensino médio este ano).

    Estes projetos chamaram a atenção da direção da SaferNet, que a convidou para participar do G20 Social, no Rio de Janeiro, e do Safer Internet Forum, em Bruxelas, nesse mês de novembro, e a fazer aulas de reforço de inglês pagas pela ONG para que ela pudesse apresentar conteúdos e participar dos debates no evento realizado pela União Europeia. Em novembro, ela foi confirmada como uma das novas embaixadoras do Cidadão Digital.

    Em todas as quatro turmas de que participou Julia foi aplaudida pelas crianças e adolescentes quando contou que foi para a Europa representar jovens brasileiros. “Fala europeu, tia”, disse um menino. Outro perguntou se ela conheceu algum jogador de futebol.

    Segundo Julia, ela pretende levar não apenas conteúdos sobre uso seguro e responsável da internet, mas também “mostrar que um outro futuro é possível” e que não devemos esquecer de onde viemos.

    “A SaferNet nos permite fazer isso. A gente compartilha conhecimento, a gente compartilha esperança e a gente compartilha a nossa vida que tá sendo transformada dia após dia com as oportunidades que eles oferecem pra gente e para a juventude”, disse.

    Durante a viagem à Bélgica, Julia fez questão de posar com uma faixa escrito “Jardim Marilu”, nome do bairro onde mora, no extremo da zona leste paulistana. E é assim, levando um pouco de si para o mundo que ela mostrou para crianças e adolescentes informações importantes sobre o uso da internet, mas também um pouco de esperança.

    Sobre a SaferNet

    A SaferNet existe desde 2005 e tornou-se a ONG brasileira de referência na promoção dos direitos humanos na internet. Com uma abordagem multissetorial, atua no combate a crimes cibernéticos contra os Direitos Humanos, no acolhimento de vítimas de violência online e em programas de educação, prevenção e conscientização. A SaferNet mantém a Central Nacional de Denúncias, conveniada ao Ministério Público Federal e o Canal de Ajuda, o Helpline, para vítimas de violência e outros problemas online. A SaferNet promove o uso seguro da internet com projetos educacionais como a Disciplina de Cidadania Digital e o programa Cidadão Digital.

    Texto publicado em 26/11/2024

    SaferNet Brasil

    Assessoria de Imprensa
    Marcelo Oliveira
    11-98100-9521

  • Professores trocam experiências sobre como lidar com violências online em sala de aula

    / / Comportamento Online / Por admin / 2 anos 1 mês atrás

    No próximo dia 11 de junho, a partir das 16h (horário de Brasília), professores de diferentes cidades do Brasil estarão compartilhando ao vivo, no canal do Youtube da Safernet, suas experiências em sala de aula em temas ligados à competência de Cultural Digital da Base Nacional Comum Curricular.

    Na live "Cidadania Digital na prática", professores da Bahia, Brasília, Ceará, Minas Gerais e Rio de Janeiro compartilharão suas experiências em sala de aula com os conteúdos da Disciplina de Cidadania Digital, desenvolvida em parceria pela Safernet e o Governo do Reino Unido. 

    A Disciplina de Cidadania Digital não é somente instrumental, sobre como usar a internet, mas sobre o desenvolvimento de habilidades e competências para o uso seguro, ético e consciente das tecnologias. Os conteúdos da disciplina promovem a segurança contra a exposição indevida, o discurso de ódio, golpes, violências e desinformação online.

    Assista à transmissão da Safernet.

    Conheça os professores que vão participar da live

    Participantes da live 

    ✅ Aline Paixão, licenciada em Português/Inglês (UEG), terapeuta, produtora de conteúdo e professora em Sobradinho (DF). 

    Aline ministra os conteúdos da Safernet para alunos do 2º ano do ensino médio do CEM 04, em Sobradinho 2, Brasília (DF).O trabalho dela com os alunos foi mostrado em recente reportagem do Fantástico

    ✅ Alyne Assunção, pós-graduada em Gestão de Marketing e Design Thinking, graduanda em Filosofia e Psicologia, youtuber e professora em Fortaleza (CE). 

    A professora ministra os conteúdos da disciplina para alunos do 2º ano do ensino médio da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Lions Jangada, da rede estadual de ensino. Seu trabalho e dos estudantes foi mostrado em reportagem do Jornal Nacional

    ✅ Carolina Luz, graduada em História, pós-graduada em Computação Aplicada à Educação Básica e professora em Paraisópolis (MG).

    Ela aplica conteúdos da disciplina para alunos do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio, na matéria de Tecnologia e Inovação, na Escola Estadual Eulália Gomes de Oliveira. 

    ✅ Ives Duque Pereira, doutorando em Cognição e Linguagem (UENF) e professor em Campos dos Goytacazes (RJ). 

    O conteúdo integral da disciplina é ministrado pelo professor para alunos do 2º ano do ensino médio do Colégio Estadual Doutor Thiers Cardoso como parte da matéria “Conectando Indivíduo, Sociedade e Tecnologia”, parte do itinerário formativo integrado “Geração Digital”. 

    O professor ministra ainda partes do conteúdo na matéria Projeto de Vida para alunos do 1º e 2º anos do ensino médio profissionalizante do Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert e também pretende apresentar o conteúdo da Safernet no ensino superior, no qual dá aulas em um curso de licenciatura em pedagogia. 

    ✅ Reginaldo Silva Araújo, graduado em Letras (UNEB) e pós-graduando em Gênero, Raça/Etnia e Sexualidade na Formação de Educadoras/es (UNEB), professor em Seabra (BA). 

    Ele ministra conteúdos da disciplina para alunos do 2º e 3º ano do ensino médio do Colégio Estadual do Campo Filinto Justiniano Bastos. O conteúdo integra a eletiva “Na Trilha da Comunicação”. Em 2023, o conteúdo completo da disciplina foi aplicado para alunos do 2º ano da mesma escola na eletiva “Cidadania e Segurança Digital”. 

    Assista a live ao vivo no YouTube da Safernet. Se não der, você pode ver o vídeo depois, não se preocupe. A moderação da live será realizada por Bianca Serrão, psicóloga, que atua na equipe da Disciplina de Cidadania Digital da Safernet, e também no Canal de Ajuda da ONG. 

    Disciplina de Cidadania Digital

    A Disciplina de Cidadania Digital, nestes dois primeiros anos de aplicação, já alcançou mais de 29 mil alunos em 16 estados, em 259 escolas de 179 municípios brasileiros. 

    Educadores de qualquer área de conhecimento podem baixar o caderno de aulas diretamente na página da Disciplina de Cidadania Digital e fazer sua inscrição no curso de formação “Segurança e Cidadania Digital em sala de aula” da Safernet, que prepara e dá suporte para a aplicação do conteúdo com estudantes. Mais de 3000 professores, de todos os Estados e do Distrito Federal já se matricularam. 

    Conheça os módulos da disciplina:

    respeito e empatia nas redes; 

    bem estar e saúde emocional; 

    segurança e privacidade na internet; 

    relacionamentos seguros online e cidadania digital para todos e todas. 

    Texto publicado em 07/06/2024

  • YouTube e SaferNet lançam guia para orientar criadores de conteúdo a falar de ataques em escolas de forma consciente

    / / Comportamento Online / Por arthur / 3 anos 3 meses atrás
    São Paulo, 14 de abril de 2023 - O YouTube e a SaferNet, organização não governamental referência em segurança e cidadania digital no Brasil, lançam hoje o guia "Como falar sobre ataques violentos nas escolas - DOs e DON’Ts para criadores de conteúdo". Elaborado pelos especialistas da SaferNet, o material traz ferramentas para que jornalistas e influenciadores digitais possam produzir conteúdo relevante e de forma consciente sobre o tema.

    São Paulo, 14 de abril de 2023 - O YouTube e a SaferNet, organização não governamental referência em segurança e cidadania digital no Brasil, lançam hoje o guia "Como falar sobre ataques violentos nas escolas - DOs e DON’Ts para criadores de conteúdo". Elaborado pelos especialistas da SaferNet, o material traz ferramentas para que jornalistas e influenciadores digitais possam produzir conteúdo relevante e de forma consciente sobre o tema. A parceria é mais uma ação que visa fortalecer a segurança e o bem-estar da comunidade de criadores e usuários da plataforma.

    A cartilha mostra que a cobertura da mídia e o modo como se fala sobre os ataques violentos nas escolas podem ter o efeito de contribuir para dar notoriedade a autores, disseminar medo e pânico na população, além de expor e perpetuar o sofrimento das famílias das vítimas.

    "A exposição massiva dos autores de ataques também é um troféu para grupos que estimulam ataques violentos na internet. Por isso, criadores, enquanto formadores de opinião, têm um papel importante: seu conteúdo pode influenciar pessoas e qualificar conversas sobre temas sensíveis," afirma Thiago Tavares, presidente da SaferNet. 

    Entre as recomendações do Guia estão: 

    • Não espalhe boatos e conteúdos de ameaças de novos ataques para não alimentar a onda de pânico e alarmismo que pode contagiar pais e familiares de crianças;
    • Não divulgue nomes, fotos, link para perfil das redes sociais ou qualquer outro dado ou pensamento de autores de chacinas. Isso só aumenta a curiosidade e faz com que haja um culto à personalidade dos assassinos;
    • Não divulgue fotos ou vídeos do ataque ou das vítimas; 
    • Não torne o autor do ataque protagonista da notícia. Conte as histórias das vítimas e de heróis anônimos que salvaram vidas em atentados.

    Canal de denúncias

    Desde 07 de abril, a SaferNet mantém, em parceria com o Ministério da Justiça, um canal exclusivo para denúncias de conteúdos publicamente disponíveis na web com ameaças de ataque às escolas e a comunidade escolar. Qualquer cidadão pode reportar o endereço (URL) de conteúdos publicamente disponíveis na web por meio de um processo simples. Todas as denúncias são anônimas e qualquer informação adicional deixada no campo de comentários é mantida sob sigilo.

    "Estamos profundamente comprometidos em garantir que o ódio não tenha lugar no YouTube. Trabalhamos em conjunto com governos, organizações da sociedade civil como a SaferNet, parceiros da indústria e organismos internacionais para combater a intolerância e o extremismo violento onde quer que surjam, enquanto tiramos lições de eventos passados para fortalecer nosso compromisso e nossas respostas ao conteúdo de ódio. O Google e o YouTube têm colaborado constantemente com as autoridades públicas no fornecimento de dados para apoiar investigações sobre pessoas ou grupos que fazem apologia à violência em escolas, incluindo pedidos do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça", explica Alana Rizzo, gerente de políticas públicas do YouTube.

    Educação e prevenção

    Para a SaferNet, é fundamental fortalecer as ações de educação e prevenção como estratégia prioritária para o enfrentamento da radicalização juvenil e da violência nas escolas. Entre diferentes iniciativas, a entidade mantém uma parceria com o Google no curso “Educando para boas escolhas online", que é oferecido gratuitamente para as Secretarias de Educação de estados e municípios pela internet. O curso já foi implantado em 15 estados brasileiros e já alcançou mais de 100 mil educadores inscritos. Dentre os seis módulos disponíveis, destaca-se um sobre cyberbullying e outro sobre desinformação e educação midiática.

    Políticas e tecnologias para combater conteúdo perigoso no YouTube

    Os criadores de conteúdo são a alma do YouTube e é papel de todos colaborar para preservar e proteger a comunidade. Qualquer criador de conteúdo do YouTube precisa seguir as Diretrizes da comunidade e os Termos de Serviço da plataforma. A violação dessas regras pode resultar na remoção de vídeos ou outras penalidades, provocando a suspensão ou mesmo o encerramento de canais em caso de violações graves ou repetidas.

    Nos últimos anos, investimos em equipes de revisão humana e em tecnologia que nos ajuda a detectar, revisar e remover rapidamente esse tipo de material. Temos milhares de pessoas em todo o mundo que analisam e removem conteúdo abusivo de nossas plataformas e incentivamos os usuários a sinalizar qualquer vídeo que acreditem violar nossas diretrizes por meio de ferramentas públicas de denúncia. 

    De acordo com as políticas de conteúdo violento ou explícito, o YouTube remove, por exemplo, imagens filmadas pelo perpetrador durante um evento violento mortal ou grave, no qual armas, violência ou vítimas feridas são visíveis. Não há exceções para esta política, mesmo que haja contexto educacional, documental, científico ou artístico em seu conteúdo. Isso inclui conteúdo elogiando ou glorificando as ações do indivíduo. 

    Por fim, de acordo com o nosso último Relatório de Transparência, em 2022, removemos 275.261 vídeos que violam nossas políticas contra o extremismo violento. Também não permitimos discurso de ódio no YouTube e removemos conteúdo que promove violência ou ódio contra indivíduos ou grupos com base em qualquer um dos seguintes atributos: idade, casta, deficiência, etnia, identidade de gênero, nacionalidade, raça, status de imigração, religião, sexo/gênero, orientação sexual e situação militar, assim como a condição de vítima ou familiar de vítima de eventos violentos. Em 2022, foram 615.460 vídeos removidos globalmente por violarem essas regras. 

     

    Mais informações:

    YouTube Brasil

    imprensa@google.com; youtube@smartpr.com.br

    SaferNet

    Marcelo Oliveira

    (11) 98100-9521

  • Fantástico destaca disciplina de Cidadania Digital criada pela Safernet e governo britânico

    / / Comportamento Online / Por arthur / 3 anos 4 meses atrás
    O programa Fantástico, da Rede Globo, destacou a disciplina de Cidadania Digital criada pela Safernet em parceria com a Embaixada do Reino Unido no Brasil em reportagem exibida neste domingo. 

    O programa Fantástico, da Rede Globo, destacou a disciplina de Cidadania Digital criada pela Safernet em parceria com a Embaixada do Reino Unido no Brasil em reportagem exibida neste domingo. 

    Na matéria, a educação para cidadania digital é apresentada como um caminho para educar adolescentes sobre o uso correto dos meios digitais. Discutir segurança, empatia, bem-estar e responsabilidade nas redes funciona como antídoto ao discurso de ódio e à violência — presentes antes, durante e depois de ataques à escolas, como o ocorrido no último dia 27/3 na Escola Estadual Thomázia Montoro, em São Paulo, em que um adolescente armado de faca matou uma professora e feriu outras três e um colega, antes de ser detido. 

    Segundo o diretor de Educação da Safernet, Rodrigo Nejm, a disciplina se utiliza da linguagem da cultura digital nos exercícios propostos. “Com muitos memes e gifs, com muitos vídeos, mas discutindo segurança, como denunciar um conteúdo violento na internet, o que eu faço se alguém me procurar de maneira violenta, para quem eu posso pedir ajuda?”, afirma. 

    "A disciplina surge de uma demanda que já existe tanto na Base Nacional Comum Curricular quanto no dia a dia das escolas, que é preparar os adolescentes para lidar de forma crítica com as tecnologias ao nosso redor. Queremos estimular o diálogo entre educadores e alunos, fomentar a cultura da paz nas escolas e evidenciar que a cidadania digital deve ser transversal e pode ajudar a transformar a educação brasileira para melhor", afirma Guilherme Alves, gerente de projetos da Safernet. 

    Educador: saiba como levar a disciplina digital para a sua escola 

    A disciplina é composta de cinco módulos, tem 40 h/aula e já está sendo aplicada em 50 escolas de ensino médio da Bahia, Distrito Federal, Pernambuco, Paraná, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Podem ministrá-la professores de qualquer área

    Na reportagem foi destacada a iniciativa da professora Débora Navarro, que levou a disciplina para alunos do ensino médio técnico do campus Campo Largo do Instituto Federal do Paraná. 

    Os cinco módulos do curso são:

    Módulo 1: Bem-Estar e Saúde Emocional Online 

    Módulo 2: Segurança e Privacidade na Internet

    Módulo 3: Respeito e Empatia nas Redes

    Módulo 4: Relacionamentos Seguros Online

    Módulo 5: Cidadania Digital para Todos

    Entre várias propostas, a disciplina de Cidadania Digital pretende informar e atualizar os adolescentes sobre como reconhecer ameaças iminentes. “Às vezes é uma situação em códigos que só o adolescente que está ali naquele grupinho reconhece que aquilo pode ser um sinal de ameaça. É urgente a gente entender que essa educação para cidadania digital não é mais um extra, né? Não é um complemento. A escola é o contato com a sociedade que a criança tem desde cedo. E a nossa sociedade é digital”, diz Nejm.

  • Desinformação também mira e se utiliza de crianças e adolescentes

    / / Comportamento Online / Por admin / 3 anos 4 meses atrás

    A desinformação na internet tem causado prejuízos no mundo inteiro. Nos últimos anos, podemos ver como conteúdos intencionalmente enganosos, criados com o objetivo de confundir, ajudaram a prejudicar, desestabilizar ou corroer democracias tradicionais pelo mundo e também a forma como cuidamos de nossa saúde (quem não conhece alguém que tomou um remédio sem eficácia na pandemia de covid?). 

    Diferentemente do que podemos imaginar a princípio, a desinformação também tem como alvo e objeto crianças e adolescentes. E, nesse caso, a mentira pode ter efeitos muito mais graves, uma vez que, seres em formação, naturalmente as crianças e os mais jovens têm muito mais dificuldade de, por conta própria, terem discernimento para perceberem que estão consumindo e se pautando por esses conteúdos. 

    Psicóloga, a diretora de projetos especiais da Safernet, Juliana Cunha, tem pesquisado o assunto e e apresentamos aqui alguns tópicos para a reflexão de pais, responsáveis, educadores e autoridades. “Conteúdos intencionalmente enganosos podem ser muito nocivos para este público”, afirma. 

    E como combater este mal? A Safernet tem diferentes projetos de educação para a cidadania digital que ensinam crianças, adolescentes e até adultos sobre como identificar informações e notícias falsas. 

    Efeito da desinformação na criança

    A desinformação se tornou um problema estrutural e sistêmico, impactando muitas esferas de nossa vida e influenciando nossas decisões em questões vitais, como a saúde e a política, por exemplo, explica a diretora da Safernet. 

    “A ciência nos mostra que o modo como recebemos e processamos informações nos tornam mais vulneráveis a sermos levados ao engano pelo conteúdo desinformativo, se pensarmos que crianças e adolescentes são sujeitos em condição de desenvolvimento, essa vulnerabilidade se torna ainda maior, pois eles ainda estão desenvolvendo habilidades necessárias para o consumo crítico das mídias”, afirma Juliana. 

    Um ambiente de desinformação influi no modo como as pessoas deixam de acreditar em instituições e autoridades, levando a um ambiente de suspeita generalizada e ataque às instituições, como poder público, imprensa e mesmo a ciência, explica Juliana. 

    “Um efeito perverso desse ambiente é que as pessoas ficam ainda mais propensas a se agarrarem em falsas certezas e líderes que se aproveitam disso para prometer uma suposta segurança, como líderes políticos e religiosos”, afirma. 

    Desigualdade no acesso à informação é um desafio

    A desigualdade no acesso à informação é um entrave às ações educativas que podem e devem ser tomadas contra a desinformação. Como abordar a questão dos falsos conteúdos online quando a internet e as redes sociais podem ser a única fonte de informação de diversas comunidades, cidades e regiões inteiras que vivem em “desertos de notícias” [locais que não têm rádio, jornal ou site de notícias]? 

    “O maior desafio nesse ambiente é equipar crianças e adolescentes com recursos e capacidades críticas para processar o conteúdo que consomem, mas as escolas ainda estão aquém frente a esse desafio. É um fenômeno que tem ganhado uma proporção maior nos últimos anos. Sabemos que a educação é um investimento de longo prazo, portanto os resultados podem não ser imediatos”, afirma Juliana Cunha. 

    Como as famílias podem se proteger?

    Segundo a diretora da Safernet, uma das principais armadilhas para famílias, cuidadores e escolas é que muitos dos conteúdos de desinformação buscam gerar pânico e medo, com sérios riscos de acidentes, que podem resultar em ferimentos ou até a morte de crianças, como visto nos casos da baleia azul e da boneca momo. 

    “As famílias devem evitar cair na armadilha de tomar decisões baseadas no medo e pânico. Por isso, mais do que nunca, é importante que estas devem se guiar por autoridades de referência, chequem informações em mais de uma fonte e exercitem um ceticismo emocional e crítico, para evitar cair na armadilha de tomar decisões baseadas no medo e pânico”, afirma Juliana. 

    Hoje em dia, pais e responsáveis têm acessado muito mais informações relacionadas com cuidados à criança em redes sociais. Nas redes há especialistas como pediatras, psicólogos, educadores parentais que trazem conteúdos relevantes e tornam acessíveis pesquisas e evidências para um público leigo, mas, por outro lado, isso também pode levar à disseminação de informações fora de contexto, sem fontes ou simplificações que podem influenciar muitas decisões sobre os cuidados, como vimos sobre a questão das vacinas para covid em crianças, que deixaram muitos pais inseguros sem necessidade. 

    Desinformação e eleições

    A Safernet tem observado que desde 2018 as eleições têm se tornado um ambiente de forte polarização, inclusive afetando as relações familiares. Todo este clima faz crescer as denúncias de crimes de ódio recebidas pela Safernet nos anos pares, em que há eleições. 

    “Mesmo aquelas que aparentavam ter alguma capacidade crítica, têm sido influenciadas por atores que se aproveitam deste ambiente para polarizar e minar ainda mais o diálogo e valores essenciais para o convívio em sociedade, como os direitos humanos”, afirma Juliana.

    As eleições são um gatilho para a disseminação de desinformação e discurso de ódio. As denúncias recebidas pela SaferNet mostram isso. Em 2022, a Safernet recebeu 74025 denúncias de crimes envolvendo discurso de ódio, 67,7% a mais que as 44131 recebidas no mesmo período do ano passado. Este é o terceiro ano eleitoral consecutivo em que a Safernet detecta um crescimento constante e praticamente uniforme nos crimes de ódio em relação aos anos ímpares, em que não há eleições. “A disseminação de ódio transformou-se em uma poderosa plataforma política para atrair a atenção da audiência, contra ou a favor desse discurso, pois o debate dá visibilidade e notoriedade aos emissores”.

    Educação para a cidadania digital

    “Falta uma política pública efetiva para incluir o tema do uso ético e cidadão da Internet no currículo das escolas. Mas temos avançado com a cooperação em vários estados no sentido de construir essa cultura de capacitar e dar recursos para que as redes públicas de educação estejam mais preparadas para abordar o tema em sala de aula”, afirma Juliana Cunha. 

    Iniciativas para o uso cidadão da internet são a principal estratégia para enfrentar o problema da desinformação. Na Safernet, temos algumas iniciativas neste sentido:

    1. a) em um curso de educação à distância, que oferecemos para secretarias de educação em 15 estados com quase 100 mil inscritos (veja aqui), temos um módulo só para tratar sobre desinformação;

    2. b) o projeto Cidadão Digital, em sua terceira edição, que leva jovens embaixadores treinados pela Safernet para realizar atividades com alunos da rede pública, é uma abordagem de educação entre pares que têm dado muito certo, usando uma linguagem jovem e atividades como educathon;

    3. c) em uma iniciativa com a parceria do governo do Reino Unido desenvolvemos um piloto em três estados (PE, BA e DF) e criamos uma disciplina eletiva de 40 h/a para inclusão no currículo do ensino médio, e a ideia é implementá-la em todo o país.

  • Dia da Internet Segura 2023 discute desafios e caminhos para a cidadania e segurança digital

    / / Comportamento Online / Por admin / 3 anos 6 meses atrás
    Em 7 de fevereiro, o Dia da Internet Segura 2023 celebra a sua 20ª edição global e a 15ª realizada no Brasil. Contará com diversas iniciativas em território brasileiro, entre elas a realização de um evento, organizado pela Safernet Brasil e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em São Paulo.

    Em 7 de fevereiro, o Dia da Internet Segura 2023 celebra a sua 20ª edição global e a 15ª realizada no Brasil. Contará com diversas iniciativas em território brasileiro, entre elas a realização de um evento, organizado pela Safernet Brasil e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em São Paulo. Sob o tema “Unidos para uma Internet Mais Positiva”, o evento reunirá especialistas nacionais e estrangeiros, em debates sobre segurança online, novas tecnologias, cidadania e bem-estar digital na educação, e novos desafios para a segurança digital, entre outros assuntos.

    O encontro será transmitido ao vivo pelo canal do NIC.br no YouTube (https://youtube.com/nicbrvideos), pelo site https://diadainternetsegura.org.br e também pela página da Safernet no Facebook (https://facebook.com/safernetbr/). Os interessados em acompanhar as discussões presencialmente devem se inscrever de forma gratuita pelo endereço https://cursoseventos.nic.br/evento/inscrever/SID2023/ .

    A abertura do evento será às 9h, com a participação de representantes das entidades realizadoras e parceiras. Às 9h30, Jessica Taylor Piotrowski, pesquisadora e professora na Amsterdam School of Communication Research (ASCoR) da Universidade de Amsterdã, fará a palestra de abertura “Desafios de Segurança Online com as Novas Tecnologias Emergentes”. Na sequência, debaterão o assunto Kruakae Pothong, pesquisadora da Fundação 5Rights e do Departamento de Mídia e Comunicações da London School of Economics and Political Science na área de design de serviços digitais centrados na criança; Verity McIntosh, pesquisadora na área de realidade virtual e estendida na University of the West of England Bristol; Lillian Kariuki, diretora executiva do Centro de Internet Segura no Kênia - Watoto Watch Network; e João Brant, Secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

    Ainda durante a manhã, às 11h20, haverá um momento para a divulgação de novos materiais e dados. O CERT.br|NIC.br apresentará um fascículo inédito de “Redes Sociais”, da Cartilha para Segurança da Internet, que ensina os cuidados essenciais ao se usarem essas plataformas digitais, e dá dicas de como preservar a reputação online, entre outros pontos. Na ocasião, será lançado mais um perfil do NIC.br no Instagram, cujo foco será divulgar dicas sobre segurança na Internet. Ainda dentro dos lançamentos do NIC.br, haverá a divulgação de um novo vídeo voltado a potenciais apoiadores do Cidadão na Rede (https://cidadaonarede.nic.br/), que traz animações curtas que visam a difundir e incentivar boas práticas relacionadas à cidadania digital e ao bom uso da Internet.

    “Buscamos ampliar cada vez mais a atuação na promoção do uso seguro, consciente e responsável da rede, de forma a que um número maior de usuários seja beneficiado. Uma iniciativa como o Dia da Internet Segura vem ao encontro da missão do NIC.br, por isso é uma satisfação fazer parte, por tantos anos, da organização da edição brasileira desse evento global, que une atores de diferentes países em prol da mesma causa”, comenta Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br.

    A Safernet Brasil, por sua vez, divulgará os indicadores de 2022 de seus canais de denúncia (https://denuncie.org.br/) e de ajuda (https://canaldeajuda.org.br/), contextualizando a importância do debate sobre Internet segura no país. A organização recebe e processa denúncias de violações de direitos humanos na Internet e as encaminha ao Ministério Público Federal.

    “Durante o ano de 2022, a polarização do debate político aumentou a radicalização e houve aumento de denúncias de crimes de ódio registrados pela Safernet em relação à 2021. Já as denúncias relacionadas ao armazenamento, divulgação e produção de imagens de abuso e exploração sexual infantil também cresceram. Foram mais de 100 mil denúncias, o que mostra que a sociedade está atenta e denunciando, mas que a repressão penal sozinha não basta. São necessárias ações preventivas”, afirma o diretor-presidente da ONG, Thiago Tavares.

    Cidadania digital e Educação básica

    As atividades da tarde começam às 14h com o painel “Cidadania, segurança e bem-estar digital nos currículos da Educação Básica”. Participam da discussão: Zara Figueiredo Tripodi, Secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação; Kelly Mendoza, da organização norte-americana Common Sense Media; Martín Felipe Cáceres Murrie, do programa Enlaces/Ministério da Educação do Chile; Mariana Cartaxo, Diretora do Programa de Acesso Digital para o Foreign, Commonwealth and Development Office da Embaixada Britânica em Brasília, e o diretor de Educação da SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm. Após a discussão, os presentes poderão encaminhar perguntas aos convidados.

    Na sequência, às 15h15, o painel "Novos desafios para segurança digital" terá a participação de representantes da Google Brasil, Meta, Vivo e NIC.br. A exemplo do painel anterior, haverá espaço para perguntas do público.

    Encerrando o evento, às 16h45, Adriano Cansian (ACME! Cybersecurity Research e GTS – Grupo de Trabalho de Segurança na Internet) ministrará a Conferência Magna de encerramento.

    Para conferir todos os detalhes da programação, acesse: https://diadainternetsegura.org.br.

    Safer Internet Day

    O Safer Internet Day é uma data global celebrada desde 2004 e é uma iniciativa das redes Insafe-INHOPE e da Comissão Europeia. No Brasil, a data é comemorada desde 2009 sob a coordenação da Safernet Brasil, que integra a rede INHOPE e é parceira da Rede Insafe para a região, e do NIC.br e CGI.br na correalização dos eventos HUB ao longo desses anos. A edição de 2023 conta com o patrocínio prata do Google, YouTube, Meta e Tik Tok, e patrocínio bronze da Vivo.

    Atividades seguem durante toda a semana

    Além do evento central, o Dia da Internet Segura contará com mais atividades.

    No dia 6, a semana inicia-se com o Encontro dos Jovens que atuam como mobilizadores de ações de cidadania digital no Brasil. Formados no programa Cidadão Digital, uma parceria Safernet e Meta, 15 jovens, de 10 diferentes estados, realizarão atividades de educação para uso seguro da Internet em sintonia com Secretarias de Educação, Escolas, ONGs e movimentos sociais, visando dar mais visibilidade e acesso a ações de cidadania digital.

    Durante a semana teremos ainda eventos descentralizados, que podem ser visualizados no Mapa de eventos nacionais.

    No dia 14/02, em Brasília, a Safernet realizará, em cooperação com a Embaixada do Reino Unido, um evento para lançamento de uma disciplina eletiva para o ensino médio sobre cidadania digital.


    Confira a agenda completa de eventos em: https://safernet.org.br/site/sid2023/eventos.

    Anote na agenda:

    Evento hub – Dia da Internet Segura 2023

    Dia: 7 de fevereiro, terça-feira

    Horário: 9h

    Local: Auditório do Edifício Bolsa de Imóveis - Av. das Nações Unidas, 11541, 2º andar (Mezanino), Cidade Monções – São Paulo/SP

    Inscrições gratuitas para acompanhar o evento presencialmente em

    https://cursoseventos.nic.br/evento/inscrever/SID2023/. Será oferecido certificado de participação somente para essa modalidade de acompanhamento

    Programação completa: https://diadainternetsegura.org.br

    Transmissão: canal do NIC.br no YouTube (https://youtube.com/nicbrvideos), pelo site https://diadainternetsegura.org.br e pela página da Safernet no Facebook (https://facebook.com/safernetbr/)

    Sobre a Safernet

    Safernet é a ONG referência na promoção e defesa dos direitos humanos na Internet no Brasil. Fundada em 2005, atua na educação e orientação de crianças, adolescentes, jovens, pais e educadores sobre uso responsável e seguro da Internet. Criou e coordena a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (https://denuncie.org.br/) e o Helpline.br (https://canaldeajuda.org.br/) , canal de ajuda on-line que orienta vítimas de violações de direitos na rede. Desde 2009 coordena o comitê organizador do Dia Mundial da Internet Segura no Brasil. Mais informações: https://safernet.org.br/.

    Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br

    O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br (https://nic.br/) é uma entidade civil de direito privado e sem fins de lucro, encarregada da operação do domínio .br, bem como da distribuição de números IP e do registro de Sistemas Autônomos no País. O NIC.br implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br desde 2005, e todos os recursos arrecadados provêm de suas atividades que são de natureza eminentemente privada. Conduz ações e projetos que trazem benefícios à infraestrutura da Internet no Brasil. Do NIC.br fazem parte: Registro.br (https://registro.br), CERT.br (https://cert.br/), Ceptro.br (https://ceptro.br/), Cetic.br (https://cetic.br), IX.br (https://ix.br/) e Ceweb.br (https://ceweb.br), além de projetos como Internetsegura.br (https://internetsegura.br) e Portal de Boas Práticas para Internet no Brasil (https://bcp.nic.br/). Abriga ainda o escritório do W3C Chapter São Paulo (https://w3c.br/).

    Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br

    O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (https://cgi.br/resolucoes/documento/2009/003). Mais informações em https://cgi.br/.

    Sugestões de fontes:

    Juliana Cunha - Psicóloga, diretora de projetos especiais da Safernet Brasil e coordenadora do Canal de Ajuda (Helpline) para Vítimas de Violência Online.

    Rodrigo Nejm - PhD em Psicologia e diretor de Educação da Safernet Brasil.

    Cristine Hoepers – gerente geral do CERT.br|NIC.br

    Demi Getschko – diretor-presidente do NIC.br.

    Contatos para a Imprensa

    Comunicação SaferNet Brasil:

    Marcelo Oliveira

    11. 98100-9521

    comunicacao@safernet.org.br

    NIC.br - Weber Shandwick

    https://webershandwick.com.br/

    PABX: (11) 3027-0200 / 3531-4950

    Ana Nascimento - anascimento@webershandwick.com - (11) 98670-6579
    Carolina Herling - CHerling@webershandwick.com – (11) 99553-7756

    Assessoria de Comunicação – NIC.br

    Carolina Carvalho - Gerente de Comunicação - carolcarvalho@nic.br

    Soraia Marino - Coordenadora de Comunicação - soraia@nic.br

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